Acabou. E agora?
Então, chegou ao fim...
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O baque sempre vem quando chegamos ao fim do relacionamento. Você se sente no fundo do poço, sem perspectivas, vazia, mexida, sensível? Tudo faz você lembrar e sentir e novamente, lembrar e sofrer? É o tempo do luto.
Da perspectiva da aprendizagem, o que o fim de história, de um tempo juntos nos ensina?
Aprendemos alguma coisa com o término? Ele foi útil de alguma forma?
Estou fazendo o curso Mulheres de Impacto, da Luiza Vono, e ela diz que temos sempre algo a aprender. Que toda relação tem algo a nos ensinar por pior que tenha sido. Especialmente, o que não queremos viver numa próxima relação.
No período do luto, quando olhamos para trás, para o vivido, o que temos? Quem enxergamos? O que diz nossos espelhos interiores? Quem atraímos para estas relações? Quem somos hoje, o que precisamos evoluir como pessoa?
Às vezes, relutamos em fazer a confrontação íntima, em nos enxergar de verdade. Aí vem os relacionamentos e pá! Praticamente a realidade é esfregada nas nossas caras. É a vida nos sacudindo e pedindo movimento.
Eu preciso me abrir, entrar em mim mesma para enxergar o que há dentro de mim. Penso que esse processo é de fato importante para não repetirmos as mesmas ações que desembocam nos mesmos resultados.
Eu sempre decidi que a próxima tinha que ser melhor que a última. Me movimento sob esta energia e pensamento.
Para você que está vivendo seu agora depois do fim do último do relacionamento, deixo algumas dicas:
- Tire um tempo para chorar.
- Procure colo de amigos. As redes afetivas são curadoras.
- Viva seu luto e estipule um tempo de duração.
- Acabado o tempo do luto, se erga e recomece (se não estiver em condições de se lançar em outros relacionamentos, simplesmente, viva para sua recomposição emocional, psicológica e enérgica.
Nunca pare.

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