Processos
Quase 43 anos e muitas evoluções e involuções. Dentre estes processos, recordo que durante meu noivado eu tinha dificuldades em me comunicar, em me fazer ouvir, em assumir minhas opiniões e pensamentos. Mesmo estando em níveis de desenvolvimento humano diferentes, eu não conseguia falar, me posicionar sem grande sofrimento. Recordo de adoecer com frequência (minha imunidade baixava com frequencia) e também de ficar sem fôlego quando chorava. Mal conseguia respirar. Isso me levou ao extremo do cansaço emocional. Faltavam muitas ferramentas para gerir minha vida emocional, que de certo modo, implicou em algum atraso no meu doutoramento. As inseguranças se alastravam. Após o fim do noivado, num processo de reencontro comigo mesmo, de refazimento emocional, precisei organizar muitas coisas em minha vida, formas de agir e de pensar. Eu estudava as emoções e de repente percebi que precisava colocar muitas coisas em movimento daquilo que eu lia, que eu aprendia. Uma delas foi melhorar minha c...
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